Em defesa da comida – um manifesto, não é apenas um livro, e sim uma reflexão que constrói argumentos consistentes e suficientes contra a dieta ocidental.

Mas por que será que a comida precisa de defesa? Talvez a principal razão, tão levantada hoje em dia, é que basicamente tudo que consumimos como refeição, talvez, não seja comida.

Nesse livro, que é na verdade um manifesto, Pollan vai às últimas consequências provando-nos que, em vez de alimentos, somos levados a ingerir “substâncias comestíveis parecidas com comida”. Não são produtos da natureza, mas processados de acordo com as prioridades da indústria e os dogmas da ciência da nutrição.

IMG_4148

Em defesa da comida aponta as escolhas que podem transformar nossa compreensão do que significa ser saudável e levar ainda mais prazer às refeições.

Uma ótima indicação para a semana que celebra a Fazenda Santa Adelaide e todo o trabalho para que o paulistano recebe na porta de sua casa, produtos frescos e orgânicos. Vale a leitura!

1. Não coma nada que sua avó não reconheceria como comida.
2. Evite comidas contendo ingredientes cujos nomes você não possa pronunciar.
3. Não coma nada que não possa um dia apodrecer.
4. Evite produtos alimentícios que aleguem vantagens para sua saúde.
5. Dispense os corredores centrais dos supermercados e prefira comprar nas prateleiras periféricas.
6. Melhor ainda: compre comida em outros lugares como feiras livres ou mercadinhos hortifrútis.
7. Pague mais, coma menos.
8. Coma uma variedade maior de alimentos.
9. Prefira produtos provenientes de animais que pastam.
10. Cozinhe e, se puder, plante alguns itens de seu cardápio.
11. Prepare suas refeições e coma apenas à mesa.
12. Coma com ponderação, acompanhado, quando possível, e sempre com prazer.